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terça-feira, 23 de abril de 2013

pfSense 2.x - Limite de largura de banda de Download & Upload por IP em sua rede.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Adicionando um HD novo no FreeBSD ou pfSense 2.x

1 - Conecte o HD na máquina e verifique na bios se o mesmo foi reconhecido, se foi reconhecido, ligue o computador.

2 - Depois do sistema devidamente iniciado, prompt de comando usando o root, utilize o comando dmesg para descobrir o nome do dispositivo.
     
dmesg | tail

(Procure da0, da1, da2, ... como a última entrada. Usaremos da1 neste exemplo. Tenha muito cuidado e selecione a última entrada, ou você vai acabar de formatar seu disco rígido interno).

3 - Limpar nossa MBR no disco.

fdisk -i da1
 
 Do you want to change our idea of what BIOS thinks ? [n]  Press Enter
 Do you want to change it?[n] Press Enter
 Do you want to change it?[n] Press Enter
 Do you want to change it?[n] Press Enter
 Do you want to change it?[n] Press Enter
 Do you want to change the active partition? [n] Press Enter
 
 Should we write new partition table? [n] Press y

4 - Criar sistema de arquivos.
      
      newfs /dev/da1s1 [Não importa qual disco (da0, da1), a fatia é sempre s1]

5 - Montando seu HD para poder gravar arquivos nele

      mount /dev/da1s1 /mnt/seu_disco_novo
      

Para desmontar a unidade é somente digitar o seguinte comando: 

      umount /mnt/seu_disco_novo


Se desejar montar a unidade quando o FreeBSD ou o pfSense 2.x for iniciado é só editar o arquivo fstab.

Exemplo:

1 - Fazer backup do fstab por segurança.
   
     cp /etc/fstab/ /etc/fstab.bkp

2 - Modificar as permissões do fstab para aceitar a gravação após ser alterado.

      chmod 744 /etc/fstab

3 -  Editando o arquivo fstab com um editor de sua preferência, no meu caso usei o vi.
  
      vi /etc/fstab
     
      este é o meu arquivo fstab.
 
      # Device                Mountpoint      FStype  Options         Dump    Pass#
        /dev/da0s1a             /                       ufs       rw                     1       1
        /dev/da1s1              /newHD            ufs       rw                     2       2
        /dev/da0s1b             none                swap    sw                    0       0


    Acrescentei a linha que está em negrito, o /dev/da1s1 é por que o meu dispositivo é o da1 conforme explicado no passo 2 no comando dmesg. OBS: o  /newHD é o ponto de montagem que usei em meu servidor, você terá que informar o seu, de acordo com o que você criou.

4 - Volte as permissão do arquivo para o que estava antes

      chmod 444 /etc/fstab

5 - Reinicie seu FreeBSD ou o pfSense 2.x e pronto...... seu novo hd está montado automaticamente no boot.

Espero ter ajudado, grande abraço a todos.

Disco cheio servidor linux

Quando o disco do seu servidor linux estiver cheio e você quiser saber o que está ocupando mais espaço, a resposta pode ser obtida com o comando du e alguns atributos.
Um exemplo bem completo seria a sintaxe:
du -sch *
De forma que:
-s = Mostrará o sumário do diretório especificado. (Como usamos * todos os diretórios no caminho atual serão descritos)
-c = Mostra o total da listagem
-h = Exibe o tamanho em formatos amigáveis como K,M,G
Se você estiver buscando arquivos ou diretórios à partir de 1 Gb você pode adicionar o atributo grep, então o comando fica:
du -sch * | grep G

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Agendar tarefas com o cron do Linux

O que é o cron?

O cron, é o agendador de tarefas do linux, que ao contrário do at, que só permite que executemos tarefas agendadas apenas uma única vez, o cron nos permite executar tarefas repetidamente, ou seja, todo dia, toda semana, ou em qualquer período pré-estabelecido.

Como usar o cron?

Para usar o cron, ou seja, agendar uma tarefa, precisamos editar o arquivo crontab. O caminho para este arquivo, na maioria das distribuições, é: /etc/crontab. Você pode agendar várias tarefas, para tanto você deve colocar um agendamento por linha.

A sintaxe de configuração para um agendamento no arquivo /etc/crontab, que é bem simples, é explicada a seguir.

(minutos) (horas) (dias do mês) (mês) (dias da semana) (usuário) (comando)

Onde:

minutos: Representa o minuto no qual o comando será executado. Aceita apenas números de 0 a 59.

horas: Representa a hora em que o comando será executado. Aceita apenas números de 0 a 23.

dias do mês: Define em que dia o comando será executado. Aceita apenas números de 0 a 31.

mês: Mês para o qual se agendou a execução do comando. Aceita apenas números de 1 a 12.

dias da semana: Define o dia da semana onde o comando será executado. Aceita apenas números de 1 a 7. Sendo 1 para segunda-feira e 7 para o domingo.

usuário: Definimos o usuário que executará o comando. Aceita apenas nomes de usuários previamente criados.

comando: Qualquer comando do sistema, scripts em geral, ou seja, qualquer arquivo que tenha permissão de execução.

Apresentados os campos, vamos aprender como trabalhar com eles de forma prática.

Vamos agendar um fictício script de backup para ser executado toda a noite às 22hs.



.---------------- minute (0-59)
|  .------------- hour (0-23)
|  |  .---------- day of month (1-31)
|  |  |  .------- month (1-12) OR jan,feb,mar,apr ...
|  |  |  |  .---- day of week (0-6) (Sunday=0 or 7) OR sun,mon,tue ...
|  |  |  |  |
*  *  *  *  *  command to be executed
 0   22  *     *   *    root /root/backup.sh

Note a presença do *. Ele pode ser interpretado como todos, ou todas. Neste caso, agendamos o nosso script para ser executado às 22h e 0m de todos os dias, todos os meses, todos os dias da semana. O usuário que executará o script será o root, e por fim, definimos qual script será executado.

—

Vamos a um próximo exemplo.

0 0,6,12,18 * * * root /root/backup.sh

Note a presença da vírgula. Ela pode ser traduzida por e. Neste exemplo podemos ler da seguinte forma: “root, execute o script /root/backup.sh todos os dias da semana, todos os meses, todos os dias, às 0,6,12 e 18hs e 0 minutos.”

—

Suponhamos que você seja supersticioso e queira agendar um backup geral do sistema toda sexta-feira 13 antes da meia noite. Para o cron, isto não é problema, como mostra o próximo exemplo.

0 23 13 * 5 root /root/backupGeral.sh

No exemplo acima, o script é executado às 23hs e 0min do dia 13 de todos os meses, porém somente quando neste dia 13, o dia da semana for 5(sexta-feira) .

—

Para agendarmos um comando para ser executado de 5 em 5 minutos por exemplo, podemos fazer da seguinte forma:

*/5 * * * * root /root/backup.sh

—

O cron também aceita agendamento por intervalos. Desta forma eu posso agendar um comando para ser executado da seguinte forma:

*/5 9-18 * * * root /root/backup.sh

Na linha acima, o comando /root/backup.sh é executado a cada 5 minutos, no intervalo das 9 as 18 hs de todos os dias, todos os meses, todos os dias da semana.

—

Existe um outro método, que eu considero como mais apropriado, para agendar tarefas no cron. Usando o comando crontab -e, editamos as tarefas apenas para o usuário corrente.

A sintaxe é bem semelhante, com apenas uma modificação: não informamos o usuário que executará o comando, já que esta tabela já é do usuário que executou o comando crontab -e.

Vejamos a sintaxe:

(minutos) (horas) (dias do mês) (mês) (dias da semana) (comando)

O restante é tudo igual ao que já foi explicado.

Para visualizar as tarefas agendadas para o usuário, digite o comando crontab -l.

O arquivo de configuração também aceita notação de comentário. Desta forma, toda a linha do arquivo que começar com o caractere #, será ignorada, ou seja, não será executada.




fonte : http://ubuntuforum-pt.org/index.php?topic=26791.0

Limpeza de Cache Squid do PfSense 2.x

/usr/local/etc/rc.d/squid.sh stop

rm -rf /var/squid/cache/

mkdir -p /var/squid/cache/

chown proxy:proxy /var/squid/cache/

chmod 750 /var/squid/cache/

squid -z

/usr/local/etc/rc.d/squid.sh start

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Instalação do Openfire/Jabber no Ubuntu 12.04 Server

O Openfire é um servidor de chat corporativo baseado no protocolo XMPP, opensource e gratuito. Ele foi desenvolvido usando Java (o cliente dele, Spark, também é desenvolvido em Java) e é licensiado sob a Apache License 2.0. Esta solução, desenvolvida pela empresa Ignite Realtime, conta com interface web para gerenciamento, um cliente próprio (embora um pouco pesado, muito bem desenvolvido), armazenamento de todas as mensagens trocadas entre os usuários para auditoria, etc. Mas o melhor de tudo é que ela é extremamente simples de instalar e configurar.

Instalação do Openfire no Ubuntu

O primeiro passo é fazer o download do pacote .tar.gz. Para isso, vá até www.igniterealtime.org e clique no link “Download” no topo da página. Na página que se abre, localize “Openfire 3.7.1″ e clique no botão “Linux”. Agora, basta clicar na última opção e fazer o download do pacote .tar.gz.
Quando o pacote estiver na máquina onde você vai instalá-lo, descompacte e mova o diretório criado para /opt:
$ tar xzvf openfire_3_7_1.tar.gz
$ sudo mv openfire /opt
Pronto, agora para iniciar o serviço:
$ sudo /opt/openfire/bin/openfire start
Para verificar se tudo foi inicializado corretamente:
$ sudo /opt/openfire/bin/openfire status
The daemon is running
Depois disso, vamos configurar o banco de dados e iniciar a configuração via web.

Configuração do MySQL

Os passos descritos abaixo devem ser executados independentemente de qual distribuição você está usando. É no MySQL que o Openfire vai armazenar todos os dados que ele usa para funcionar corretamente.
Primeiro, faça o login no MySQL com o usuário root e crie o banco de dados openfire:
$ mysql -u root -p
password:
mysql> create database openfire;
mysql> exit
Agora, vá até o diretório resources do Openfire e importe o arquivo openfire_mysql.sql para o BD:
$ cd /opt/openfire/resources/database/
$ mysql -u root -p -D openfire < openfire_mysql.sql
Ok, tabelas criadas. Agora, precisamos criar um usuário do BD para o Openfire usar quando precisar acessá-lo. No meu caso, criei um usuário chamado “openfire”
mysql> CREATE USER openfire IDENTIFIED BY ‘openfire’;
mysql> REVOKE ALL ON *.* FROM openfire;
mysql> GRANT ALL ON openfire.* TO openfire@localhost;
Nas linhas acima, a senha é definida pela string entre ” após IDENTIFIED BY. Recomendo que coloque uma senha forte para não ter problemas. Pronto, banco de dados pronto pra trabalhar com o Openfire. Daqui pra frente toda a configuração será feita através da interface web.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Instalando Java Ubuntu 12.04

Instalando Java da Oracle no Ubuntu 12.04

Testado e Aprovado no meu caso o java da Sun não quis funcionar.

Acrescente o repositório ao sistema:
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java
Atualize o índice de pacotes disponíveis:
sudo apt-get update
Por fim, instale o pacote:
sudo apt-get install oracle-jdk7-installer
Por fim se estiver com o navegador aberto reinicie e pronto para testar vamos recorrer ao site da Sun em:



fonte : http://ubuntu-rn.org/2012/?p=97